Nossa
história foi a mais linda. Tudo começou de mansinho, como tem que ser. O tempo
de conquista demorou um pouco mais que o esperado, mas até isso foi perfeito
para aumentar a nossa vontade. Até que de repente, o desejo de estar perto se
tornou maior do que qualquer outra coisa.
Veio a ansiedade, maldita ansiedade. Responsável pelas atitudes precipitadas, pelas palavras precipitadas, pela certeza precipitada. E não havia ninguém que achasse que não daríamos certo. Era como aquele velho clichê "encontrei a pessoa certa, na hora certa". Não tinha como dar errado. Eu teria apostado tudo nisso. E apostei. Lutei contra o medo e a insegurança que um outro amor me deixou. Abri meu coração sem receio... mas que bobeira a minha! Não deixei nenhum vestígio de proteção. E, ao mesmo tempo, que sensação indescritível é a de amar e ser amado, de amar e não ter medo.
Mas se tudo que é bom dura pouco, diria então deve ter sido tudo perfeito, até nos pequenos grandes defeitos. Acabou. E senti uma dor que não cabia no meu peito. Chorar não era o suficiente, nem diminuía a dor. Nada era capaz de acalmar meu coração. Senti todo aquele exagero que os mal-apaixonados sempre falam. Perdi meu chão. Não estava preparada para isso, quem ama sem armaduras não espera pelo fim. Eis a única solução: esperar pelo meu bom e velho tempo.
Aos poucos voltei a sorrir, mas confesso que ainda não estou curada. Alguns dias são mais difíceis. Já não sei quantas vezes briguei com Deus, não entendo, nem sei se vou entender um dia o porquê de estar passando por isso tudo. Não me sinto mais forte, tampouco mais sábia. Mas me sinto cada dia mais sozinha. Talvez seja por isso que às vezes ainda sinto a sua falta, porque a saudade e as lembranças são tudo aquilo que me mantêm de pé.
Hoje, queria poder dizer que não restaram mágoas e que te desejo sorte. Mas ainda não sou altruísta assim. Se eu pudesse desejar qualquer coisa, por mais louca que fosse, eu desejaria que você pudesse sentir por um minuto toda a dor que ando carregando no meu peito. E aí você entenderia.
Veio a ansiedade, maldita ansiedade. Responsável pelas atitudes precipitadas, pelas palavras precipitadas, pela certeza precipitada. E não havia ninguém que achasse que não daríamos certo. Era como aquele velho clichê "encontrei a pessoa certa, na hora certa". Não tinha como dar errado. Eu teria apostado tudo nisso. E apostei. Lutei contra o medo e a insegurança que um outro amor me deixou. Abri meu coração sem receio... mas que bobeira a minha! Não deixei nenhum vestígio de proteção. E, ao mesmo tempo, que sensação indescritível é a de amar e ser amado, de amar e não ter medo.
Mas se tudo que é bom dura pouco, diria então deve ter sido tudo perfeito, até nos pequenos grandes defeitos. Acabou. E senti uma dor que não cabia no meu peito. Chorar não era o suficiente, nem diminuía a dor. Nada era capaz de acalmar meu coração. Senti todo aquele exagero que os mal-apaixonados sempre falam. Perdi meu chão. Não estava preparada para isso, quem ama sem armaduras não espera pelo fim. Eis a única solução: esperar pelo meu bom e velho tempo.
Aos poucos voltei a sorrir, mas confesso que ainda não estou curada. Alguns dias são mais difíceis. Já não sei quantas vezes briguei com Deus, não entendo, nem sei se vou entender um dia o porquê de estar passando por isso tudo. Não me sinto mais forte, tampouco mais sábia. Mas me sinto cada dia mais sozinha. Talvez seja por isso que às vezes ainda sinto a sua falta, porque a saudade e as lembranças são tudo aquilo que me mantêm de pé.
Hoje, queria poder dizer que não restaram mágoas e que te desejo sorte. Mas ainda não sou altruísta assim. Se eu pudesse desejar qualquer coisa, por mais louca que fosse, eu desejaria que você pudesse sentir por um minuto toda a dor que ando carregando no meu peito. E aí você entenderia.
